sábado, 27 de outubro de 2018

Comandante da polícia angolana critica agentes "à Trinitá" e "à Michael Jackson"

BPNGSÓ9DADES«»
O comandante-geral da polícia angolana criticou hoje a postura de alguns agentes da corporação, sobretudo pelo "uso desordenado da farda" e por alguns deles ostentarem "barrigas avantajadas", alertando que tais presenças em público "ofuscam a autoridade policial".
"Às vezes, vejo que alguns camaradas parecem uns 'Trinitás', com as calças em cima. O atavio tem regras. A autoridade do polícia também vem na forma como nos vestimos e na nossa postura. O polícia deve cuidar do seu corpo, porque isso também traz autoridade", disse hoje Paulo de Almeida.
O comandante-geral da polícia de Angola, que falava hoje durante uma formatura que congregou mais de 4.000 efetivos no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais de Angola, em Luanda, exortou para uma "postura rigorosa" na utilização da farda.
Para o comissário-geral, "quando o cidadão for abordar alguém e vê que está bem ataviado, ele sente-se seguro".
"Agora, quando vê um polícia à Michael Jackson, ou dança ou canta. De modo que vamos cuidar um pouco do nosso atavio", exigiu.
Paulo de Almeida exortou também aos efetivos da polícia angolana a ajustarem o seu uniforme em "consonância com a sua constituição física", para preservar a "autoridade e personalidade" do agente.
"Também quando recebemos as nossas fardas devemos ajustá-la. Não é receber e vestir logo, uns com calças compridas, camisas largas. Tem de haver postura", observou.
Segundo o comandante-geral da polícia angolana, a utilização correta do uniforme policial "é um pormenor importante para a ação policial".
Em relação às agentes da polícia, como mulheres, recomendou a manterem-se "com uma maquilhagem discreta".
"E para os senhores, cuidado com as barrigas, que estão a sair demais", apontou.
Na ocasião, o oficial superior da polícia angolana exortou ainda os efetivos da corporação que dirige a fazerem "uso responsável das redes sociais" e a "não se envolverem em politiquices", que "contraria a postura e condutas" policiais.
"É com uma certa preocupação que assistimos muitos efetivos a perderem uma certa ética perante as redes sociais. Não são proibidos de utilizá-la, mas as nossas mensagens devem ser pedagógicas, orientadoras e não da fomentação do boato e da fofoca", concluiu.

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