terça-feira, 30 de outubro de 2018

Disputa de 50 Cent com Ja Rule dura há quase 20 anos

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50 Cent comprou 200 bilhetes para a primeira fila de concerto de rival só para os lugares ficarem vazios

O rapper 50 Cent afirma ter comprado cerca de 200 bilhetes para a fila da frente de um concerto de Ja Rule, apenas para que esta estivesse vazia.

Foi mais um episódio da rivalidade existente entre os dois artistas, que dura há quase 20 anos e já resultou em vários temas onde estes se criticam mutuamente.
No Instagram, 50 Cent partilhou uma montagem na qual surge sentado numa dessas filas, escrevendo: "que grande concerto!".


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Ponta pé de saída já esta terça-feira, eis as entradas e partidas do plantel

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Terça dia 30 de Outubro, a nossa equipa irá defrontar o Inter Clube, partida a contar para a 1º jornada do Girabola Zap 2018/19 com algumas mexidas no plantel que visa encarar a presente época.

Eis a lista de atletas cedidos a títudo de empréstimo:

·     Gogoró – ASA (Médio ala)
·     Catraio – ASA (Médio centro)
·     Medá – ASA (Médio centro)
·     Vado – ASA (Médio ala)
·     Fofo – ASA (Médio ala)
·     Razaq – Desportivo da Huíla (Ponta de lança)

Atletas que ingressaram o plantel principal:

Nandinho – Desportivo da Huíla (Formação do 1º de Agosto, Médio ala)
Pepe – Formação 1º de Agosto (Lateral esquerdo)
Zé Ventura – Desportivo da Huíla (Formação do 1º de Agosto, Médio ala)
Mabululo – Domant FC (Ponta de Lança)
Aquino – Ituano “Brazil” (Ponta de Lança)

sábado, 27 de outubro de 2018

Comandante da polícia angolana critica agentes "à Trinitá" e "à Michael Jackson"

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O comandante-geral da polícia angolana criticou hoje a postura de alguns agentes da corporação, sobretudo pelo "uso desordenado da farda" e por alguns deles ostentarem "barrigas avantajadas", alertando que tais presenças em público "ofuscam a autoridade policial".
"Às vezes, vejo que alguns camaradas parecem uns 'Trinitás', com as calças em cima. O atavio tem regras. A autoridade do polícia também vem na forma como nos vestimos e na nossa postura. O polícia deve cuidar do seu corpo, porque isso também traz autoridade", disse hoje Paulo de Almeida.
O comandante-geral da polícia de Angola, que falava hoje durante uma formatura que congregou mais de 4.000 efetivos no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais de Angola, em Luanda, exortou para uma "postura rigorosa" na utilização da farda.
Para o comissário-geral, "quando o cidadão for abordar alguém e vê que está bem ataviado, ele sente-se seguro".
"Agora, quando vê um polícia à Michael Jackson, ou dança ou canta. De modo que vamos cuidar um pouco do nosso atavio", exigiu.
Paulo de Almeida exortou também aos efetivos da polícia angolana a ajustarem o seu uniforme em "consonância com a sua constituição física", para preservar a "autoridade e personalidade" do agente.
"Também quando recebemos as nossas fardas devemos ajustá-la. Não é receber e vestir logo, uns com calças compridas, camisas largas. Tem de haver postura", observou.
Segundo o comandante-geral da polícia angolana, a utilização correta do uniforme policial "é um pormenor importante para a ação policial".
Em relação às agentes da polícia, como mulheres, recomendou a manterem-se "com uma maquilhagem discreta".
"E para os senhores, cuidado com as barrigas, que estão a sair demais", apontou.
Na ocasião, o oficial superior da polícia angolana exortou ainda os efetivos da corporação que dirige a fazerem "uso responsável das redes sociais" e a "não se envolverem em politiquices", que "contraria a postura e condutas" policiais.
"É com uma certa preocupação que assistimos muitos efetivos a perderem uma certa ética perante as redes sociais. Não são proibidos de utilizá-la, mas as nossas mensagens devem ser pedagógicas, orientadoras e não da fomentação do boato e da fofoca", concluiu.

Governo vai "ajustar" salários na Função Pública em janeiro, salário mínimo sobe 57%

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A nova tabela salarial da Função Pública em Angola vai entrar em vigor em janeiro de 2019, uma medida do Executivo que visa acabar com as assimetrias salariais no funcionalismo público e promover o equilíbrio, indica hoje uma nota oficial.
Segundo o comunicado da reunião de quinta-feira do Conselho de Ministros angolano, o Conselho de Ministros aprovou e enviou à Assembleia Nacional, uma proposta de lei para organização e aplicação da estrutura indiciária das tabelas salariais e dos subsídios ou suplementos remuneratórios da função pública, que inclui um aumento de 57 por cento do salário mínimo de funcionário público.
A proposta visa repor a equidade salarial entre os funcionários e agentes administrativos enquadrados em categorias com o mesmo perfil profissional.
O Conselho de Ministros aprovou os projetos de decretos presidenciais sobre os estatutos remuneratórios das carreiras especiais dos setores da saúde, educação, ensino superior, emprego e formação profissional, e as tabelas indiciárias e salariais da função pública.
Trata-se de um estatuto remuneratório extensivo aos titulares de cargos de direção e chefia, dos técnicos e não técnicos do regime geral, bem como da carreira diplomática, docente do ensino superior, de inspeção, fiscalização e controlo do Estado.
O estatuto remuneratório estende-se às carreiras médicas, de enfermagem, de técnicos e diagnósticos e terapêutica, do pessoal de apoio hospitalar.
No quadro do mesmo estatuto, estão abrangidos o pessoal de direção, chefia das unidades hospitalares, da carreira dos agentes da educação, chefia das instituições públicas de ensino não superior, bem como das carreiras de estatística, dos oficiais de justiça, do trabalhador social, das telecomunicações, do tribunal de contas, de desminagem, dos agentes do sistema nacional de emprego e formação profissional e da carreira da aviação civil.
Ao comentar a decisão, o ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social angolano, Jesus Maiato, indicou que os "ajustamentos salariais" não serão proporcionais, mas vão permitir recuperar o poder de compra perdido por força da inflação acumulada dos últimos três anos, que se situou em 116%, aumentando-se mais os que menos recebem.
Jesus Maiato referiu que, com este exercício, dá-se indicação clara de que, sempre que houver disponibilidade do Orçamento Geral do Estado (OGE), o Executivo ajustará a capacidade de renda dos funcionários públicos.
Explicou que em relação ao salário mínimo da função pública, auferido pelo auxiliar de limpeza de segunda classe (categoria mais baixa na estrutura de carreiras do regime geral), o ordenado passará de 21.000 para 33 mil kwanzas (de 60 para 94,28 euros), representando um aumento de 57%.
Quanto aos cargos de direção e chefia, o chefe de secção (função de chefia mais baixa), com um salário atual de 179 mil kwanzas (511 euros), passará a ganhar 250 mil (714 euros).
O diretor nacional (cargo de chefia mais alto na função pública) sairá de um salário de 340 mil para 394 mil kwanzas (de 871 para 1.125 euros).
Segundo José Maiato, a estratégia de ajustamento das tabelas indiciárias e, consequentemente do ajustamento salarial, tem em conta o princípio da diferenciação positiva, ou seja, aplicar maior percentagem salarial às categorias mais baixas da função pública.
A título de exemplo, disse que, do trabalho feito, constatou-se que o pessoal administrativo auxiliar e técnico médio com salários mais baixos na função pública tiveram um aumento médio com variações entre 57,14% e 83,33%.
"Isto é para verificar que o princípio da diferenciação positiva foi efetivado se comparada com o aumento médio para carreira técnica, que foi de 14,28% a 42,82%", argumentou.

Governo corrige erros em manuais escolares incluindo data da morte de Savimbi

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O Governo angolano indicou hoje que está a corrigir erros detetados em manuais escolares, como, por exemplo, nos livros de História da quarta e sexta classes, na data referente à morte do líder fundador da UNITA, Jonas Savimbi.
A informação foi avançada pelo diretor do Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento da Educação (INIDE), Manuel Afonso, salientando que os novos manuais escolares deverão ser introduzidos no âmbito do programa de adequação curricular.
A título de exemplo, acrescentou, no livro de História da sexta classe, a morte do líder fundador da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), maior partido da oposição angolana, ocorrida a 22 de fevereiro de 2002, vem referenciada com o ano de 2004, o qual provocou controvérsia nos últimos anos, no país.
Segundo Manuel Afonso, a revisão curricular prevê a correção de erros detetados em manuais e a adequação curricular, processo a ser desenvolvido até 2022.
Manuel Afonso disse que já foram realizadas atualizações aos materiais do pré-escolar, do ensino primário, bem como do plano curricular do ensino primário.
O responsável sublinha que essa atualização vem criar um ciclo de vida útil, com histórias que referem à realidade do quotidiano do aluno, contextualizando e facilitando a teoria no processo cognitivo.

Governo angolano apresenta proposta para confiscar bens no exterior em 2019

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O Conselho de Ministros angolano apresentou na quarta-feira uma proposta que visa obter autorização para confiscar, a partir de Janeiro de 2019, "bens incongruentes domiciliados no exterior do país", indica hoje uma nota oficial enviada à agência Lusa.
A iniciativa insere-se na proposta de lei sobre o Repatriamento Coercivo e Perda Alargada de Bens, entre eles financeiros, e tem por objetivo dotar o ordenamento jurídico angolano de normas e mecanismos legais que permitam a materialização do repatriamento coercivo, com maior ênfase na perda alargada de bens a favor do Estado.
No caso dos "bens incongruentes" domiciliados no país, a proposta, segundo o ministro da Justiça e Direitos Humanos angolano, Francisco Queirós, prevê que possam ser confiscados assim que a lei for aprovada na Assembleia Nacional.
Na justificação, Francisco Queirós indicou que os órgãos da justiça de Angola poderão perseguir aqueles que detêm estes bens, em defesa dos interesses dos cidadãos.
A iniciativa surge enquadrada pela Lei de Repatriamento de Capitais, cujo prazo termina em dezembro próximo, uma vez que o diploma "não cobre todas as incidências do processo".
"Daí a necessidade, do ponto de vista da investigação criminal, instrução preparatória e do julgamento dos casos, de tornar mais apta na sua aplicação", pode ler-se no documento.
A nova lei, ainda dependente da aprovação pelo Parlamento, define também o que considera "bens congruentes", adquiridos de forma legal, e "bens incongruentes", que resultam de enriquecimento ilícito.
Em caso de condenação, os bens incongruentes reverterão a favor do Estado.
A 26 de junho último, a Lei de Repatriamento de Capitais foi publicada no Diário da República de Angola, definindo que os cidadãos e empresas angolanas têm até 26 de dezembro (180 dias) para repatriar voluntariamente, sem perguntas ou investigações das autoridades, os recursos financeiros ilicitamente retirados de Angola, podendo até receber incentivos estatais.
De acordo com a lei, entre esses recursos, sem um teto mínimo contam-se "depósitos bancários, à ordem, a prazo ou na forma de certificados de depósito ou de aforro, em contas domiciliadas em instituições financeiras bancárias no estrangeiro".
A lei é aplicável às pessoas singulares residentes nacionais e às pessoas coletivas com sede ou domicílio em território angolano e que sejam titulares de recursos financeiros domiciliados no exterior do país.
"Visa o estabelecimento dos termos e das condições de repatriamento dos recursos financeiros domiciliados no exterior do país, os efeitos jurídicos de natureza fiscal cambial ou criminal do repatriamento voluntário", além do "regime sancionatório do repatriamento coercivo dos recursos ilícitos mantidos no exterior".
Contudo, não é aplicável às pessoas singulares residentes nacionais que à data anterior à entrada em vigor da lei "tenham sido condenadas judicialmente ou que estejam na condição de indiciadas em inquérito policial", ou que sejam réus em processo pela prática de crimes relacionados com os recursos ilicitamente detidos ou expatriados para o estrangeiro.
Nomeadamente, crimes relacionados com terrorismo, tráfico de pessoas e de órgãos, escravidão, tráfico de droga ou contrabando, entre outros.
Após o fim do prazo, o repatriamento passará a ser feito de forma "coerciva", como prevê a lei, "no caso, exclusivamente, dos recursos financeiros provenientes de operações comprovadamente ilícitas".
A 25 de setembro, tal como noticiou a Lusa, Francisco Queirós, sem nomear, lamentou a falta de colaboração de alguns bancos onde se encontram domiciliados capitais de origem ilícita, alegando existe "alguma resistência em largar mão desses capitais".
O ministro angolano considerou "incoerente" a atitude dessas instituições financeiras "dos chamados paraísos fiscais ou mesmo das grandes capitais financeiras internacionais, cujos Governos ostentam um discurso de combate à corrupção, ao branqueamento de capitais e a outras práticas conexas, mas na prática dificultam as operações de regresso dos ativos aos países de origem".
Com esta atitude, as instituições financeiras em causa "contribuem para a perda de muitos milhares de milhões de dólares, provenientes principalmente dos países em desenvolvimento".

Uma pintura feita por inteligência artificial foi vendida em leilão por US $ 432.500

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Uma obra de arte feita por um programa de inteligência artificial vendido em um leilão da Christie por US $ 432.500, quase 45 vezes sua alta estimativa.

O retrato de Edmond Belamy, uma pintura criada por um coletivo de arte baseado em Paris chamado Óbvio, foi gerado usando um algoritmo e um conjunto de dados de 15.000 retratos pintados entre os séculos XIV e XX.

Ela foi vendida durante a venda de Impressões e Múltiplos de 23 a 25 de outubro na Christie's, tornando-se a primeira peça de arte da IA ​​a passar por baixo do martelo em uma grande casa de leilões, disse a Christie's.

O coletivo de arte é composto por Hugo Caselles-Dupré, Pierre Fautrel e Gauthier Vernier, e usa um método chamado GAN - um acrônimo de rede contraditória generativa - para explorar a interseção da arte e da inteligência artificial.



No lugar de uma assinatura, o retrato borrado é assinado com a equação usada para gerar a pintura. O processo envolveu a alimentação do algoritmo de um conjunto de pinturas, gerando uma imagem baseada na diferença entre seu próprio trabalho e o original.

Uma seção da obra de arte "Retrato de Edmond de Belamy", criada por um algoritmo do coletivo francês chamado OBVIOUS, na Christies em Nova York, em 22 de outubro de 2018. Timothy A. Clary - AFP / Getty Images
“Fizemos alguns trabalhos com nus e paisagens, e também tentamos alimentar os conjuntos de algoritmos de obras de pintores famosos. Mas descobrimos que os retratos proporcionam a melhor maneira de ilustrar o nosso ponto, que é que os algoritmos são capazes de imitar a criatividade ”, disse Hugo Caselles-Dupré da Obvious.

O retrato atraiu uma quantidade significativa de atenção da mídia com algumas especulações sobre o que significa inteligência artificial para o futuro da arte.

"A inteligência artificial é apenas uma das várias tecnologias que terão um impacto no mercado de arte do futuro - embora seja muito cedo para prever quais seriam essas mudanças", disse Richard Lloyd, especialista da Christie's.

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