quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

ACABA DE SER DESFEITO UM DOS MAIORES MITOS SOBRE A MORTE DE DIANA

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Mais de 20 anos depois, a morte de Diana continua a fazer correr muita tinta

 A morte de Diana de Gales é um dos assuntos mais discutidos, estudados e especulados das últimas décadas. Embora a princesa do povo tenha morrido há mais de 20 anos, muito se continua a escrever sobre a história de um dos elementos mais carismáticos da realeza britânica. Agora chegou a altura de se voltar a abrir o livro sobre a fatídica noite em que a mãe de William e Harry perdeu a vida, enquanto circulava a alta velocidade num túnel de Paris.
Um dos assuntos que mais tinta fez correr foi a possibilidade de Diana estar grávida quando morreu. Seria o seu terceiro filho, o primeiro fora do casamento com o príncipe Carlos.
 Em 'When the dogs don’t bark: a forensic scientist’s search for the thruth', um livro em que a autora, Angela Gallop, fala sobre a autópsia que ela e a sua equipa fizeram a Diana e explica como é que responderam à pergunta: 'Diana estava grávida quando morreu?'
 De acordo com a investigadora forense foi feita uma análise ao sangue da princesa do povo para se perceber se existiam hormonas associadas à gravidez, numa primeira fase e, numa segunda fase, tentaram perceber se Diana estava a tomar algum tipo de fármaco contraceptivo, recorrendo a análises ao estômago.
Como Diana recebeu transfusões de sangue quando chegou ao hospital de Paris, a possibilidade de os resultados das análises serem enganadores era grande, por isso Angela Gallop explica que "a melhor amostra de sangue para comprovar se Diana estava grávida ou não foi recolhida dos assentos do Mercedes onde a princesa sofreu o acidente", revela na pré publicação do livro feita neste domingo no 'The Sunday Times'.
Feitas todas as análises, a investigadora concluiu que "todos os resultados foram negativos, o que significa que é quase certo que Diana não estava grávida quando morreu e que também não estava a tomar contraceptivos".

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Kapilson Freezy- É Golo feat Jasonn Platina (Prod by MKING) [Exclusivo] [Download Gratis]

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Grafas Estudio Record Apresenta: nova faixa do rapper Kapilson Freezyintitulado "É Golo"traz a participação do Jasonn Platina & a produção MKING.

Kapilson Freezy- É Golo feat Jasonn Platina (Prod by MKING)

1ª Reunião da Elister Digitall Empresa De Agenciamento do ano 2019

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Agradecemos a todos os nossos músicos que se fizeram presentes na reunião de ontem.
1 - Kota Da Purificação, 2 - Gomes Sidra, 3 - Castelo Luís Kiesse, 4 - Chivelde Menezes - Músico, 5 - Karticia Da Costa Takiana, 6 - Olga PauloFilipe, 7 - Skate Mause, 8 - Adriano ManoMoço Músico.Estamos todos de parabéns, foi uma reunião super Abençoada graças a Deus.






Agradecemos também pelo apoio dos nossos amigos Bom Prato Nível, BomPrato Nível, Gama Digital 6, Bruno Hérick. Ficaremos felizes pela vossa comparência.
Juntos somos uma família unida.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Olibreezy Lança A Faixa “Ninguém Afronta” Para Anunciar O Seu Próximo EP

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Depois da calorosa recepção ao novo com o single “Galactus” disponibilizado no primeiro dia do mês de Janeiro, o rapper Olibreezy lança agora a música “Ninguém Afronta” (Killmonger), a primeira faixa promocional do seu próximo trabalho musical intitulado “Marciano à Bordo“, um EP composto por 8 faixas, todas com subtemas que fazem referência à alguns personagens de ficção dos quais o artista aprecia.
Apesar da ideia “conflituosa” sugerida pelo título, Ninguém Afronta é uma música com um registo divertido para aqueles que apesar de uma boa letra, não dispensem a vibrante sonoridade jovial e festiva do Trap, instrumentalização com muito boa vibe, combinada com o senso criativo de um intérprete de qualidade, característica presente na descrição do rapper.
Um Egotripin que não se diferencia dos outros pelo discurso, mas que se faz notar pela abordagem, composta maioritariamente por tons de ironia, auto proclamação de superioridade, e referências cinematográficas, algo recorrente na escrita do artista.
O EP acima mencionado ainda não tem data de lançamento, mas se tudo correr como o artista espera, poderá conhecer a luz do dia à meio do ano.
Olibreezy – Ninguém Afronta

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Hora de a África realizar seu sonho agora

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Standard Um aluno da Ortum Boys Boarding Primary School em West Pokot County usa seus tablets durante o lançamento do Programa de Alfabetização Digital em 30 de setembro de 2016. Há muito otimismo quanto ao retorno do sentimento crescente na África.
Deixe-me começar observando que cada novo começo gera esperança para novas oportunidades significativas em todas as esferas da vida. Este ano é muito promissor para a África. Após os vários momentos e conquistas em 2018, desde os sinais encorajadores de recuperação do crescimento econômico até a restauração de um ambiente mais pacífico em muitas partes do continente, especialmente no Chifre da África, algumas transições democráticas bem sucedidas através das urnas Para o lançamento de iniciativas inovadoras para o empoderamento da juventude, mais sucessos na promoção da equidade de gênero, melhor gestão das questões migratórias e o lançamento da área de livre comércio continental africana, espera-se muito das partes interessadas nos vários setores, tanto privados e público. Chegando na esteira de todos esses desenvolvimentos positivos, 2019 pode vir a ser um grande ano para o continente. Há muito otimismo quanto ao retorno do sentimento crescente na África.

A África só pode progredir quando os líderes eleitos em cargos públicos forem responsabilizados pelas pessoas que os elegeram. É igualmente importante garantir que as instituições sejam criadas ou reforçadas e se tornem completamente independentes para manter controles e contrapesos. O crescimento e o desenvolvimento sustentáveis ​​da África também serão garantidos quando os ciclos recorrentes de instabilidade e conflitos forem definitivamente interrompidos. Além disso, é necessário pôr fim às crises humanitárias aparentemente intermináveis ​​e aos apelos anuais para a assistência humanitária, uma vez que o continente tem potencial para ser auto-suficiente na produção de alimentos e mesmo em emergências. Os africanos merecem melhor saúde, saneamento e serviços educacionais, pois estes também são fatores-chave para o desenvolvimento inclusivo, a transformação e a estabilidade.

Os principais impulsionadores para impulsionar o crescimento e o desenvolvimento econômico na África em 2019 devem continuar sendo iniciativas de transformação em todos os setores, acelerando o desenvolvimento de infra-estrutura e o empreendedorismo dinâmico, além de vinculá-los a esforços direcionados à consecução dos ODS. Há, portanto, a necessidade de fomentar os estados desenvolvimentistas na África e reforçar suas capacidades de planejamento estratégico e implementação.

INCLUSÃO SOCIAL

É, portanto, encorajador que o progresso visível esteja sendo realizado, porém, desigual em todo o continente. Alguns países estão começando a ter um desempenho muito melhor como resultado da diversificação econômica, revitalização dos setores de educação e saúde, desenvolvimento de habilidades, capacitação de jovens, igualdade de gênero e inclusão social.

O PNUD está preparado para apoiar ainda mais os países africanos na promoção da transformação e desenvolvimento inclusivos, na resolução e prevenção de crises, no progresso em direção aos ODS, na consolidação de uma genuína governança democrática, no aproveitamento do bônus demográfico e em respostas mais efetivas às mudanças climáticas. grande lacuna de energia.

Já estamos a assistir a alguns desenvolvimentos históricos, incluindo as eleições que acabaram de terminar na República Democrática do Congo (RDC), na sequência de êxitos anteriores em transições democráticas em países como a Libéria, Serra Leoa, Madagáscar, etc. 2018. O PNUD tem um papel importante em ajudar na consolidação desses sucessos através de seus programas de boa governança.

A próxima geração do PNUD continuará a trabalhar de formas ainda mais inteligentes e inovadoras no apoio prestado aos países africanos para a realização de um continente mais pacífico, próspero e transformado.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

MINISTÉRIO PÚBLICO ACUSA AUGUSTO TOMÁS DE SEIS CRIMES

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Antigo ministro dos Transportes responderá por seis crimes, no caso que envolve o Conselho Nacional de Carregadores, segundo o despacho de pronúncia a que o Novo Jornal teve acesso em exclusivo.
O antigo ministro dos Transportes Augusto da Silva Tomás, em prisão prevenida desde Setembro do ano passado, irá responder por seis crimes, após despacho de pronúncia do Ministério Público a que o Novo Jornal teve acesso em exclusivo.
O juiz de pronúncia, que decidiu manter a medida de coacção pessoal aplicada no ano passado ao ex-dirigente, bem como a outros arguidos do processo, justifica a decisão com o entendimento de que “não se registam alterações de vulto conducentes à substituição das medidas de coacção que lhes foram aplicadas, mantendo-se as mesmas”.
O despacho de pronúncia, assinado a 18 deste mês, dá conta de que Augusto Tomás está acusado dos crimes de peculato, na forma continuada; um crime de violação das normas de execução do plano e orçamento, na forma continuada; um crime de abuso de poder, na forma continuada; dois crimes de participação económica em negócio; um crime de branqueamento de capitais; e um crime de associação criminosa.
A acusação pretende-se com o processo que liga ao antigo ministro ao Conselho Nacional de Carregadores (CNC), organismo do Estado com a função de controlo das operações de comércio e transporte marítimo internacionais, ao qual compete certificar a mobilidade de cargas e o controlo de frete de e para Angola e a gestão da Rede nacional de Plataformas Logísticas.
A actividade financeira do CNC está sujeita, segundo estatuto orgânico, ao controlo exercido por um Conselho Fiscal, que nos termos da Lei seria nomeado pelo órgão de tutela (Ministério dos Transportes), sendo composto por um presidente indicado pelo ministro das Finanças e dois vogais indicados pelo ministro dos Transportes. O referido Conselho Fiscal seria o órgão incumbido de proceder à verificação regular dos fundos existentes, assim como fiscalizar a escrituração da contabilidade. Entretanto, a acção de peritagem desencadeada pelo Departamento Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), afecto à Procuradoria-Geral da República (PGR), apurou que, desde que chegou ao ministério, em Novembro de 2008, Augusto Tomás “evitou esta verificação e controlo”, não tendo nomeado nunca nomeou o referido Conselho Fiscal do CNC.
A análise das contas do CNC efectuada pela DNIAP, na qualidade de participante, teve como ponto de partida o ano de 2008, quando Augusto Tomás teria ordenado alegadamente a adquisição 10% do capital social da HFA – Holding Financeira Angola que, à data do suposto investimento, não funcionava, uma vez que não havia ainda sido legalmente constituída, nem o Estado tinha regulamentada a actividade para a qual estaria vocacionada.
As investigações apuraram um investimento na ordem dos 7.500.00,00 USD (sete milhões e quinhentos mil dólares norte-americanos), investimento que veio a ocorrer apenas a com a publicação do Decreto Legislativo Presidencial n.º 6/13, de 10 de Outubro, regulamentado a 30 de Outubro (Regulamento n.º 03/14). Segundo o Ministério Público, por estar a HFA – Holding Financeira Angola impossibilitada de funcionar, em 2011, Augusto Tomás, enquanto ministro dos Transportes que tutelava o CNC, mediante proposta dos co-arguidos, autorizou que os 7.500.00,00 USD fossem destinados à compra de 1% das acções do Banco de Negócio Internacional, a fim de participar no capital social desta instituição.
Situação semelhante teria ocorrido em relação a uma outra sociedade, a ASGM,  Automóveis de Angola S.A., sociedade por quotas, cujo objecto social é a montagem de viaturas (SKD) de marca Volkswagen, e que tem como accionistas as empresas Suninvest S.A., representada pelo senhor Ismael Diogo da Silva, Acapir LDA, representada pela senhora Welwitschia dos Santos, bem como António de Jesus Castelhano Maurício, Francisco Raimundo Pinheiro e Mbakassy e Filhos, LDA.
“Numa altura em que a ASGM se encontrava débil financeiramente, o arguido Augusto Tomás da Silva foi contactado, tendo-se predisposto em financiar a ASGM. Para o efeito, ordenou que o CNC adquirisse participações sociais na ASGM, S.A., tendo o CNC, em 2009, desembolsado o valor de USD 9.600.000,00 (nove milhões e seiscentos mil dólares norte-americanos) para adquirir acções correspondentes a 8% do capital social […]”, escreve o Ministério Público na acusação, chamando a atenção para o facto de, à data dos factos, o CNC ser apenas “um órgão de apoio técnico do Governo, presidido pelo ministro dos Transportes, estando impossibilitado de adquirir participações sociais”.
Augusto Tomás é ainda acusado de ter violado a Lei da Probidade Pública, que consagra que o agente público na sua actuação deve pautar-se pelos princípios da legalidade, da imparcialidade e da prossecução do interesse público.
“Não observou a legalidade tendo introduzido no CNC empresas nas quais tinha interesses, pois assinava as contas bancárias destas como sócio, é o caso, de entre outras, da Nova Somil, bem como da Niosa. Aliás, esta recebeu do CNC em 2009, USD 81.925,00 (oitenta e um mil, novecentos e vinte e cinco), não tendo sido justificado as razões da recepção destes valores”, anuiu a acusação do MP.
De acordo aquele órgão de justiça, as duas empresas alegadamente pertencente a Augusto Tomás foram contratadas em desobediência ao processo de concurso como prevê a Lei n.º 20/10, de 7 de Setembro, substituída pela Lei n.º 7/16, de 16 de Junho, que estabelece o regime jurídico relativo à contratação pública, sendo para alguns contratos exigível o concurso público, tendo em atenção o valor do contrato.
“Tal como já se referenciou, a indisciplina financeira que havia no CNC era do conhecimento do ministro dos Transportes, o arguido Augusto da Silva Tomás, pois o pagamento referente ao afretamento de aeronave para a sua deslocação ao interior e exterior do país era efectuado pelo CNC, cujo ofício de solicitação de pagamento era ali remetido pela Secretaria Geral do Ministério dos Transportes”, argumenta a acusação.
As despesas para o afretamento de aeronaves para as delegações do ministro dos Transportes, não estariam, segundo o documento, previstas no orçamento do CNC, que era diferente do orçamento do Ministério dos Transportes, uma vez que o CNC tem orçamento próprio. A explicação detalha pormenores desta operação com o afretamento das aeronaves:
“A companhia afretada com frequência era a Bestfly – Flight Suport, não constando nos despachos para o afretamento a discriminação dos integrantes das delegações, nem as razões que levavam a fazer-se recurso a uma via mais dispendiosa cujo pagamento era imputado ao CNC, o certo é que esta instituição despendeu, com fretes de aeronaves, com somas avultadas no valor de AKZ 68.2249.954,00 (sessenta e oito milhões, duzentos e quarenta e nove mil e novecentos e cinquenta e quatro kwanzas), USD 3.057.896,00 (três milhões, cinquenta e sete mil e oitocentos e noventa e seis dólares norte-americanos) e EUR 278.894,00 (duzentos e setenta e oito mil e oitocentos e noventa e quatro euros)”.
OUTRAS REVELAÇÕES: Investigações concluem que Augusto Tomás obrigou CNC a pagar despesas do Ministério dos Transportes
O CNC surge também nas investigações que citam ainda que o órgão foi obrigado a realizar uma série de despesas a favor do Ministério dos Transportes, que também possuía dotação orçamental própria. As despesas foram gastas com telefonia, subsídios diversos aos funcionários, apoio à Área Administrativa do Ministério dos Transportes, pagamento de encargos e despesa de capital.
Augusto Tomás é também acusado de usar os dinheiros do CNC para suportar as despesas do Ministério dos Transportes, que se encontravam devidamente cabimentadas e cuja verba tinha sido aprovada, tendo, no período de 2014 a 2017, o CNC despendido um total em kwanzas no valor de 23.226.937,00 (vinte e três milhões, duzentos e vinte e seis mil e novecentos e trinta e sete kwanzas), e USD 1.557.666,00 (um milhão, quinhentos e cinquenta e sete mil e seiscentos e sessenta e seis dólares norte-americanos).
“No mesmo período, para a Área Administrativa do Ministério dos Transportes, o CNC gastou em kwanzas 138.484.743,00 (cento e trinta e oito milhões e setecentos e quarenta e três mil), USD 1.476.715,00 (um milhão, quatrocentos e setenta e seis mil e setecentos e quinze dólares norte-americanos) e EUR 293.904,00 (duzentos e noventa e três mil e novecentos e quatro euros)”, acusa o Ministério Público.
As referidas despesas consubstanciavam-se em apetrechamento de instalações, pagamento de assistência técnica, concepção e a manutenção da EXPOTRANS, pagamento de factura da ENDE, reparação de viaturas, serviços de limpeza no ISGEST, aquisição de cadeiras, pagamento do registo de propriedade das carrinhas de serviço dos órgãos do Ministério dos Transportes, compra de tablets, tratamento e manutenção das plantas, limpeza de tapetes e cadeirões do Ministério dos Transportes, reparação do sistema de bombagem de água do edifício do Ministério dos Transportes, entre outras.
Todas estas despesas, refere o despacho de pronúncia, realizadas por ordem ou autorização de Augusto da Silva Tomás. O CNC pagava ainda os subsídios de alimentação dos funcionários do Ministério dos Transportes, que consistia na atribuição de uma verba para consumo nos supermercados Jumbo e Kero. No primeiro valor, avança o documento da PGR, era pago em dólares e o segundo em kwanzas, perfazendo assim um total de 5.235.030,00 USD (cinco milhões, duzentos e cinquenta e três mil e trinta dólares norte-americanos) e 108.939.800,00 Kz (cento e oito milhões, novecentos e trinta e nove mil e oitocentos kwanzas)

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